Web Summit Lisboa 2025: uma curadoria estratégica sobre inovação, marketing e comportamento

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Rachel Sardinha

Co-fundadora da Vocali, Rachel Sardinha é jornalista formada pela UFSC e possui MBA em Marketing pela FGV. Atua há mais de 20 anos com comunicação corporativa e marketing empresarial.
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Em novembro, eu e meus sócios estivemos em Lisboa para acompanhar de perto o Web Summit, um dos principais eventos globais de tecnologia, inovação e negócios. A experiência rendeu muito mais do que anotações e boas conversas: ela se transformou em uma série especial de seis artigos produzidos em parceria entre a Vocali e o portal Acontecendo Aqui, com análises que cruzam tecnologia, comunicação, comportamento e estratégia.

Este post reúne essa curadoria de conteúdos. Listo os principais aprendizados para facilitar o acesso a quem quer entender, de forma mais estratégica, o que o Web Summit Lisboa 2025 revelou sobre o presente (e não apenas o futuro).

A seguir, um resumo de cada artigo com os links para leitura completa.

1. Tecnologia mais humana, grandes números e tendências

O primeiro artigo contextualiza o evento: números, diversidade de países, volume de startups, investidores e palestrantes. Mas o principal insight não está nas estatísticas, e sim na percepção que atravessou os palcos: estamos entrando na fase mais humana da tecnologia.

A fala de abertura de Paddy Cosgrave resume bem esse espírito ao afirmar que a maior disrupção do século não será técnica, mas comportamental. O texto também aborda, de forma pontual, temas como IA, avanço da China, Pix e novos polos de inovação.

2. Gestão de crises na era da exposição extrema

Neste artigo, analisamos um caso real discutido no evento: a exposição de um CEO durante um show do Coldplay que rapidamente virou assunto global. O episódio foi usado como ponto de partida para falar sobre reputação, crise, cultura digital e a fragilidade da imagem pública na era da viralização constante.

Mais do que um caso isolado, o texto provoca uma reflexão importante para lideranças: hoje, qualquer pessoa em posição de visibilidade precisa entender comunicação, narrativa e contexto.

3. A experiência de expor no Web Summit

Aqui o olhar é prático. O texto reúne aprendizados sobre o que significa expor no maior evento de inovação do mundo: preparação, posicionamento, expectativas realistas e erros comuns.

O artigo mostra que estar no Web Summit não é apenas “ter um estande”, mas saber contar uma história clara, treinar equipes, criar conexões e entender que visibilidade sem estratégia raramente gera resultado.

4. Autenticidade sem filtro e o fim do conteúdo perfeito

Este texto aprofunda uma das tendências mais fortes do evento: a valorização de conteúdos crus, imperfeitos e humanos. Em um cenário saturado de produções impecáveis, o que gera conexão real são bastidores, falhas, voz natural e vulnerabilidade.

A reflexão vale tanto para marcas quanto para lideranças e creators. Autenticidade deixou de ser estética; virou estratégia.

5. O marketing dos anos 2030 começa agora

Neste artigo, conectamos ética, energia e humanidade como pilares do marketing que já está em construção. O texto mostra como tecnologia, IA e dados precisam caminhar junto com valores, responsabilidade e leitura de contexto.

A principal provocação: não adianta eficiência sem sentido. Marcas que não entenderem isso tendem a perder relevância, mesmo com boa performance.

Leia também: Tendências de comunicação para 2026

6. Último capítulo: o que fica depois do evento

O artigo final fecha a série com uma visão mais reflexiva. O foco não está no evento em si, mas no que levamos dele: conexões, perguntas melhores, mudanças de perspectiva e a confirmação de que comunicação e tecnologia caminham, cada vez mais, juntas. Em um mundo automatizado em que as empresas mergulham com tudo no uso da IA, uma comunicação bem feita e alinhada continua sendo estratégia.

Tecnologia sozinha não resolve nada

Participar do Web Summit Lisboa 2025 reforçou algo que já vínhamos percebendo no dia a dia da Vocali: tecnologia, sozinha, não resolve. O diferencial está na forma como marcas, líderes e empresas usam essas ferramentas para criar significado, relações e confiança.

Essa série de artigos é parte do nosso compromisso com uma comunicação mais estratégica, conectada à realidade e orientada por comportamento, dados e contexto. Seguimos acreditando que boas histórias, quando bem contadas, continuam sendo um dos ativos mais poderosos de qualquer negócio.

Se a sua empresa tem boas histórias para contar, mas ainda não conseguiu transformar isso em posicionamento e relevância, talvez o desafio não seja técnico, e sim estratégico. Na Vocali, ajudamos marcas a traduzir inovação em narrativa, reputação e crescimento sustentável. Se fizer sentido para você, vamos conversar!


Confira a série completa dos artigos no AcontecendoAqui:

Tecnologia mais humana, grandes números e tendências que já estão moldando o presente

Gestão de Crises na Era Digital: exposição de CEO durante show do Coldplay vira assunto no Festival

A experiência de expor no maior evento de inovação do mundo

Autenticidade sem filtro: a força dos conteúdos “imperfeitos” que criam comunidades e transformam marcas

O marketing dos anos 2030 começa agora – e será guiado por ética, energia e humanidade

IA Everywhere: o que o Festival revelou sobre a nova fase da inteligência artificial